Encontra
Onde o paciente está parando.
Olhamos contatos, agenda, propostas e recebimentos para localizar a etapa que precisa de atenção primeiro.
Exclusivo para clínicas que faturam acima de R$ 100 mil/mês
A OST analisa atendimento, agenda, propostas, recebimentos e retornos para mostrar o que corrigir antes de investir mais em tráfego.
E depois do tratamento?
Retorno e acompanhamento entram na rotina.
Exemplo de processo. A sequência depende da sua clínica.
A venda parou aqui?
A próxima ação precisa ter dono.
COMO A OST TRABALHA
Primeiro, entender onde o dinheiro para.
Depois, colocar a correção na rotina da clínica.
Onde o paciente está parando.
Olhamos contatos, agenda, propostas e recebimentos para localizar a etapa que precisa de atenção primeiro.
Com sua equipe, na prática.
Transformamos a prioridade em processo: quem responde, quem confirma, quem retoma e quando cada ação acontece.
Responsável Comercial
Próximo passo Combinar o retorno
O resultado até o caixa.
Revisamos o que virou consulta, tratamento e receita recebida. O que continua travando orienta a próxima correção.
Os quadros ilustram o método. O diagnóstico define as prioridades e o escopo para a sua operação.
ISSO ACONTECE NA SUA CLÍNICA?
É nessa passagem que a OST começa a trabalhar.
ANTES DA CONSULTA
A recepção responde entre um atendimento e outro. O interesse esfria e ninguém combinou quando retomar.
DEPOIS DA AVALIAÇÃO
O paciente recebeu a proposta. A clínica não registrou a objeção nem definiu quem volta a falar com ele.
NA BASE DA CLÍNICA
O retorno indicado ficou sem acompanhamento. A clínica busca novos contatos enquanto perde o vínculo com quem já conhece.
Casos anonimizados acompanhados pela OST, apresentados sem identificar as operações.
Clínica atendida pela OST
Faturamento mensal registrado no acompanhamento da operação.
Clínica atendida pela OST
Faturamento mensal registrado no acompanhamento da operação.
Valores mensais informados à OST e validados em setembro de 2026. São casos individuais. O resultado depende do contexto, do período analisado e da execução de cada clínica. Não há garantia de repetição.
UMA OPERAÇÃO DE RECEITA
Marketing precisa saber quais contatos viram pacientes. Atendimento precisa saber quem retomar. Gestão precisa saber o que foi vendido e o que foi recebido.
A OST organiza esse trabalho com a clínica. É isso que chamamos de RevOps: operação de receita.
Oferta, campanhas e origem dos contatos.
Atendimento, confirmação, propostas e recebimento.
Retorno indicado, acompanhamento e reativação.
SISTEMA OST
O que ainda não entrou. O que entra e se perde.
O que já está na sua base.
O PRIMEIRO PASSO
Solicite o diagnóstico da sua clínica. Vamos entender como o paciente chega, quem acompanha cada etapa e onde falta informação para decidir.
Contato, consulta, proposta, recebimento ou retorno.
Usamos o que a clínica já tem para começar a leitura.
A prioridade orienta o plano e uma eventual proposta da OST.
A aplicação prepara a análise. O Mapa é construído com a equipe e os dados da clínica.
PARA QUEM FAZ SENTIDO
A clínica recebe contatos e atende pacientes, mas quer entender por que parte desse interesse não vira receita.
O dono, sócio ou gestor participa das prioridades e consegue envolver atendimento, comercial e financeiro.
Se o gargalo estiver na confirmação ou no retorno da proposta, a clínica aceita ajustar essa rotina.
Sua equipe continua atendendo os pacientes e conduzindo as decisões clínicas. O trabalho parte da estrutura que já existe e do escopo combinado.
ANTES DE COMEÇAR
Sim, se a clínica precisa organizar o que acontece entre o contato, o atendimento e o recebimento. O diagnóstico ajuda a definir o que deve mudar e quem fica responsável por cada parte, inclusive na relação com quem já cuida da mídia.
A proposta desta operação é organizar o processo, orientar a equipe e acompanhar a execução. O atendimento aos pacientes permanece com a clínica. Responsabilidades e entregas são definidas na proposta.
O diagnóstico começa pelos registros que você já usa. Primeiro entendemos o que existe e o que falta. Qualquer mudança de ferramenta entra no plano quando ajuda a resolver o gargalo identificado.
O formulário serve para uma qualificação rápida. O aprofundamento acontece depois, pelo WhatsApp ou em uma reunião de triagem com a OST.
A OST avalia as respostas e usa o contato informado para alinhar o próximo passo. Se houver aderência, a reunião aprofunda o diagnóstico e define o escopo de trabalho. Preencher não é contratar a assessoria.
SUA PRÓXIMA DECISÃO
O próximo passo começa pela operação que sua clínica tem hoje.